Mais de 90 números sobre vendas online em 2026

Atualizado em August 20, 2026
Mais de 90 números sobre vendas online em 2026
Extração de dados com tecnologia Thunderbit.

Vou te levar de volta a um momento não tão distante: eu estava na fila de uma loja física, segurando um pacote de pilhas AA e pensando por que eu não tinha simplesmente comprado pela internet. Avançando para 2026, essa cena parece quase nostálgica. Hoje, o ecommerce não é só uma comodidade — é a espinha dorsal do varejo global, e os números do comércio online são simplesmente impressionantes.

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Como alguém que passou anos criando ferramentas de SaaS e automação para equipes de ecommerce — e que hoje é cofundador da Thunderbit — eu vi de perto como as vendas online deixaram de ser uma renda paralela para se tornarem o centro do negócio. Neste post, vou mostrar as estatísticas mais impactantes sobre compras online e as tendências de ecommerce para 2026. Se você toca um negócio de ecommerce, lidera uma equipe de vendas ou simplesmente gosta de mergulhar em dados, estes números vão ajudar você a entender para onde o mercado está indo — e como surfar essa onda.


O panorama geral: ecommerce e vendas online em 2026

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Vamos começar pelo topo: as vendas globais de ecommerce em 2026 devem ficar entre US$ 6,88 trilhões (cenário conservador) e US$ 7,4 trilhões (projeções mais otimistas), o que representa cerca de 21% a 22% de todas as vendas no varejo no mundo (Shopify, SellersCommerce). De qualquer forma, isso não é só uma fatia grande do bolo — é a padaria inteira.

E com quase 2,86 bilhões de pessoas comprando online (SellersCommerce), o ecommerce se tornou um mercado realmente sem fronteiras e disponível o tempo todo.

Por que isso importa? Porque a escala e a velocidade das vendas online estão mudando tudo, das cadeias de suprimento aos orçamentos de marketing. Se você ainda trata o ecommerce como algo “bom de ter”, está deixando passar justamente onde a maior parte do crescimento do varejo — e dos clientes — está hoje.


Crescimento do ecommerce: quão rápido as compras online estão avançando?

Se você piscou durante a pandemia, provavelmente perdeu em um único ano uma década de crescimento do ecommerce. Mas, mesmo com a normalização, o ritmo não desacelerou. As vendas globais de ecommerce cresceram 9,6% em 2023 e depois seguiram em uma faixa estável de 7% a 8% de crescimento anual até 2026 (Shopify). Para comparação, o varejo tradicional cresce cerca de 3% ao ano (Craftberry).

Mas a verdadeira força está nos mercados emergentes. O Sudeste Asiático e a América Latina lideram com taxas de crescimento entre 14% e 23% (Craftberry). As Filipinas lideram com 23%, seguidas por Tailândia (20%) e Malásia (15,5%) (Shopify). Mesmo com mercados maduros como Alemanha e Suíça desacelerando para crescimentos de um dígito, o motor global do ecommerce está longe de perder fôlego.

Os principais impulsionadores? Aumento do acesso à internet, logística melhor, adoção de celulares e a ascensão de jornadas de compra “phygital” — quando online e offline se misturam em uma experiência fluida (Payments Industry Intelligence). Em resumo: o ecommerce ainda está crescendo, só que com novos protagonistas e novas regras.


Compras online em números: receita global e participação de mercado

Vamos destrinchar os números:

AnoReceita global de ecommerce
2021~US$ 5,0 trilhões
2022~US$ 5,3 trilhões
2023~US$ 5,8 trilhões
2024~US$ 6,33 trilhões
2025~US$ 6,86 trilhões
2026US$ 6,88T–US$ 7,4T (faixa entre SellersCommerce, Shopify e eMarketer)
2027~US$ 7,96 trilhões (previsão)

(SellersCommerce)

Até 2027, estamos olhando para quase US$ 8 trilhões em vendas online globais (SellersCommerce). Isso é quase três vezes mais do que em 2018.

Participação no mercado? As vendas online subiram de 18% de todo o varejo em 2019 para 21,8% em 2026 (SellersCommerce), e continuam em alta.

Onde está o dinheiro?

  • China: US$ 3,2 trilhões em 2025 (cerca de 50% do ecommerce global) (Craftberry)
  • EUA: US$ 1,3 trilhão em 2024 (SellersCommerce)
  • Reino Unido, Japão e Alemanha: entre US$ 0,4 trilhão e US$ 0,7 trilhão cada (Craftberry)

Mas não subestime o Sudeste Asiático, a Índia, a América Latina e a África — essas regiões estão ganhando espaço rapidamente, à medida que milhões de novos consumidores entram no ambiente digital todos os anos.

As taxas de penetração variam bastante: China, Coreia do Sul e Reino Unido têm entre 30% e 45% do varejo acontecendo online, enquanto algumas economias em desenvolvimento ainda estão abaixo de 10% (Craftberry). Ou seja, ainda há muito espaço para crescer.


Quem compra: perfil dos consumidores e comportamento no online

Já se perguntou quem são esses 2,8 bilhões de compradores online? Vamos detalhar:

  • China: 904 milhões de compradores digitais
  • EUA: 288 milhões de compradores online (SellersCommerce)

Isso equivale a praticamente todos os usuários de internet dos EUA, e nas áreas urbanas da China a situação não é muito diferente. À medida que o acesso à internet se expande — especialmente via smartphones — compradores de primeira viagem na Índia, no Sudeste Asiático, na África e na América Latina estão entrando no jogo.

A idade faz diferença: a Geração Z e os Millennials são os que mais compram online — mais da metade afirma fazer compras online pelo menos uma vez por semana (SellersCommerce). Eles também estão impulsionando tendências em plataformas como Instagram e TikTok (Craftberry). Mas não descarte a Geração X e os Boomers — especialmente em categorias como supermercado e saúde, os consumidores mais velhos estão cada vez mais confortáveis comprando pela internet.

Outros comportamentos importantes:

  • 34% dos consumidores fazem uma compra online pelo menos uma vez por semana (SellersCommerce)
  • 99% pesquisam e leem avaliações antes de comprar (SellersCommerce)
  • 52% já compraram de um varejista internacional (SellersCommerce)

Ou seja, o comprador online de hoje é experiente, obcecado por avaliações e cada vez mais global.


Mobile commerce: o papel do smartphone nas tendências de ecommerce

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Se você não estiver otimizando para mobile, está basicamente deixando dinheiro na mesa — e provavelmente fazendo a Geração Z revirar os olhos. O mobile commerce hoje representa 59% de todas as vendas online no varejo, somando cerca de US$ 4 trilhões em receita (Craftberry). Na Ásia-Pacífico, o cenário é ainda mais marcante — 85% das transações online acontecem no celular. A temporada de fim de ano de 2025 foi a primeira em que o mobile ultrapassou 50% do gasto online em toda a temporada, chegando a 56,4% de participação do mobile (e 66,5% no Natal), segundo a Adobe Analytics — a era do checkout pensado para desktop acabou oficialmente.

Nos EUA, o mobile commerce deve chegar a US$ 900 bilhões em 2025, quase metade de todo o ecommerce (Craftberry). No mundo todo, dispositivos móveis geram cerca de 73% das transações de ecommerce (TekRevol).

Boas práticas para mobile:

  • Design responsivo é obrigatório
  • Checkout otimizado para celular (Apple Pay, Google Pay etc.)
  • Considere criar um app nativo para aumentar retenção

Curiosidade: checkouts no navegador mobile têm 32% mais abandono de carrinho do que checkouts dentro de apps (MarketingLTB). Então, se você quer evitar que os carrinhos fiquem “abandonados”, torne a experiência mobile o mais fluida possível.


Social commerce: como as redes sociais impulsionam as vendas online

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Lembra quando as redes sociais serviam só para memes e fotos de bebê? Agora elas são um shopping center trilionário. As vendas globais de social commerce chegaram a US$ 998 bilhões em 2024 e devem ultrapassar US$ 1,1 trilhão em 2025 (Capital One Shopping). Até 2030, a projeção é de US$ 1,6 trilhão.

Nos EUA:

  • 104,7 milhões de pessoas (36% dos consumidores online) farão uma compra em redes sociais em 2025
  • O social commerce representa cerca de 7% a 8% do ecommerce americano (Capital One Shopping)

Principais plataformas:

  • Facebook: 46% dos compradores sociais globais já compraram por lá
  • TikTok: 26% (com a Geração Z puxando a frente)
  • Instagram: 21%
  • Na China, Douyin e Xiaohongshu são gigantes

Os influenciadores têm enorme peso: 30% dos consumidores digitais compraram um item depois de ver uma publicação de um influenciador (Capital One Shopping). Compras ao vivo e checkouts dentro do app estão tornando mais fácil do que nunca sair do “curtir” para o “comprar”.

Para as marcas, isso significa estar presente onde o cliente está rolando a tela. Social não é só um canal de marketing — agora também é um canal direto de vendas.


Os gigantes do ecommerce: marketplaces e varejistas online líderes

Vamos falar dos grandes. Até 2026, os marketplaces devem responder por 87% de todo o gasto global em varejo online (Payments Industry Intelligence). Isso significa que quase nove em cada dez dólares do ecommerce passam por plataformas como Amazon, Alibaba, JD.com, Walmart, Shopee, MercadoLibre e outras.

Amazon: ainda é a maior no Ocidente. Segundo os resultados do ano fiscal de 2025 da Amazon, divulgados em 2026-02-05 (FY2025 results), as vendas líquidas chegaram a US$ 716,9 bilhões, alta de 12% em relação ao ano anterior. Considerando o volume do marketplace de terceiros, o GMV total da Amazon ultrapassou ~US$ 830 bilhões em 2025 (Marketplace Pulse) — e os vendedores terceiros hoje respondem por cerca de 69% desse GMV. Nos EUA, a Amazon ainda captura aproximadamente 38% do varejo online.

Alibaba Group: o rei da China, com 23% do GMV global de ecommerce (DOIT Software). Alibaba e JD.com, juntos, movimentam cerca de metade de todo o ecommerce global.

Walmart: o segundo maior varejista de ecommerce nos EUA, com uma estratégia omnichannel forte.

Novos competidores: a Temu (da Pinduoduo) cresceu de zero para 24% dos pacotes de ecommerce cross-border enviados aos EUA em 2025 (Digital Commerce 360). Shein, Shopee, MercadoLibre e outros estão avançando rapidamente, especialmente em mercados de crescimento acelerado.

Para as marcas, estar presente nesses marketplaces é quase inegociável. O alcance é enorme — e a concorrência também.


Abandono de carrinho, taxas de conversão e desafios das compras online

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Agora a parte menos divertida: 70% dos carrinhos de compras online são abandonados (Baymard). Ou seja, de cada 10 pessoas que adicionam algo ao carrinho, só três finalizam a compra.

Por dispositivo:

  • Mobile: até 84% de abandono
  • Desktop: 72% de abandono (MarketingLTB)

Principais motivos de abandono:

  • Custos inesperados (frete, impostos): 55%
  • Criação obrigatória de conta: 18%
  • Checkout longo ou complexo: 17%
  • Erros ou travamentos no site: 9%
  • “Só estava olhando”: até 48% (MarketingLTB)

Taxas de conversão: a média global é de 2% a 4% (SpeedCommerce). No desktop, a conversão é de 4,8%; no mobile, 2,9%.

Como melhorar?

  • Simplifique o checkout (menos etapas, checkout como visitante)
  • Seja transparente sobre custos
  • Ofereça várias formas de pagamento
  • Use sinais de confiança (selos de segurança, política clara de devolução)
  • Velocidade importa: cada segundo extra de carregamento aumenta o abandono

Mesmo um pequeno ganho na conversão pode representar uma receita enorme em escala.


Pagamentos digitais: como os consumidores pagam online

Já se foram os dias em que o cartão de crédito era a única forma de pagar. As carteiras digitais hoje representam cerca de 50% das transações globais de ecommerce (ClearlyPayments). Pense em PayPal, Apple Pay, Google Pay, Alipay e WeChat Pay.

Cartões ainda respondem por cerca de 25% dos pagamentos, especialmente na América do Norte e na Europa, mas na Ásia quem manda são as carteiras digitais e os apps bancários.

Transferências bancárias e pagamentos em tempo real: 15% dos pagamentos online no mundo.

Buy Now, Pay Later (BNPL): 5% globalmente, mas com participação maior em algumas regiões e entre consumidores mais jovens.

Dinheiro e criptomoedas: ainda existem, mas em menor escala — o dinheiro representa cerca de 3% (principalmente em mercados em desenvolvimento), e criptomoedas menos de 1%.

Dica: oferecer a combinação certa de meios de pagamento pode aumentar a conversão. 16% dos consumidores americanos não concluem a compra se o método preferido não estiver disponível (eMarketer).


Vendas online por categoria de produto: o que está em alta no ecommerce

Algumas categorias seguem como campeãs, outras estão crescendo rápido:

  • Moda e vestuário: 27,5% da receita global de ecommerce (ECDB)
  • Eletrônicos e mídia: 15% a 20% globalmente
  • Hobby, lazer e entretenimento: brinquedos, jogos, livros, artigos esportivos — muito fortes em mercados como a França
  • Supermercado: 9% a 10% da receita global de ecommerce, e crescendo rápido (Payments Industry Intelligence)
  • Móveis e decoração: 5% a 10% globalmente, com números ainda maiores em alguns mercados
  • Saúde e beleza: crescendo rapidamente, especialmente na China

Categorias que mais crescem: supermercado, produtos para pets, suplementos de saúde, equipamentos de fitness e produtos digitais.

Cada região tem suas particularidades — DIY é forte no Reino Unido, móveis vão muito bem na Itália e na França, e produtos para pets estão explodindo em lugares onde a adoção de animais aumentou bastante.


Destaque regional: tendências de ecommerce pelo mundo

Ásia-Pacífico: o epicentro. Só a China já responde por mais de 50% do ecommerce global (Craftberry). Índia e Sudeste Asiático crescem em ritmo aceleradíssimo.

América do Norte: madura, mas ainda em expansão. O ecommerce nos EUA superou US$ 1,2 trilhão em 2024 (SellersCommerce). A Amazon domina, mas o omnichannel é muito avançado.

Europa: diversa. A Europa Ocidental tem penetração de ecommerce entre 15% e 20%, com o Reino Unido liderando com 28%. A Europa Oriental está correndo atrás.

América Latina: a região que mais cresce. Brasil e México são os maiores mercados, e o MercadoLibre é o gigante local.

Oriente Médio e África: ainda em fase inicial, mas crescendo rápido. A base de usuários de ecommerce na África deve ultrapassar 500 milhões até 2025 (Trade.gov).

Principal insight: cada região tem sua própria impressão digital de ecommerce — localize, adapte e não presuma que o que funciona em um mercado funcionará em outro.


A ascensão da IA, da automação e da tecnologia no ecommerce

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Confesso: sou um pouco obcecado por IA (ok, talvez um pouco mais que isso). Mas você não precisa ser técnico para ver como a IA está transformando o ecommerce.

  • 80% dos varejistas online usam IA de alguma forma (Capital One Shopping)
  • A personalização com IA pode aumentar a receita de ecommerce em até 40%
  • 74% dos consumidores preferem chatbots para perguntas básicas
  • Chatbots no varejo podem elevar as taxas de conversão em 67%
  • 93% das empresas de ecommerce acreditam que a IA lhes dá vantagem competitiva (SellersCommerce)

IA não é algo só para Amazon e gigantes do mercado. Hoje existem ferramentas prontas para personalização, chatbots, otimização de estoque e detecção de fraude. Até empresas de médio porte já podem aproveitar essa onda.

E sim, na Thunderbit, estamos criando ferramentas com IA para ajudar equipes a automatizar a extração de dados e os fluxos de trabalho web — porque ninguém quer passar o dia copiando e colando informações de produto em planilhas.

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Eventos de compras online: Black Friday, Cyber Monday e vendas de fim de ano

Se você já se perguntou por que o site do seu varejista favorito cai na Black Friday, aqui está o motivo: peak-shopping-events-analysis-2025.png

  • Black Friday 2025: US$ 11,8 bilhões em vendas online nos EUA em um único dia, alta de 9,1% em relação ao ano anterior — e, de forma notável, a primeira Black Friday em que o mobile (52,2% da receita) vendeu mais que o desktop (Adobe via TechCrunch).
  • Cyber Monday 2025: US$ 14,25 bilhões, alta de 7,1% em relação ao ano anterior — ainda o maior dia de compras online da história dos EUA. O BNPL ultrapassou US$ 1 bilhão em um único dia pela primeira vez (Adobe).
  • Cyber Week 2025 (Thanksgiving até Cyber Monday): US$ 44,2 bilhões online, alta de 7,7% em relação ao ano anterior (Adobe).
  • Temporada completa de fim de ano de 2025 (1º de novembro a 31 de dezembro): US$ 257,8 bilhões online, recorde e alta de 6,8% em relação ao ano anterior (Adobe).
  • Singles' Day 2025 (China, em todas as plataformas): RMB 1,695 trilhão (~US$ 236,6 bilhões), alta de 14% a 17% em relação ao ano anterior na janela estendida de cinco semanas. Alibaba e JD novamente decidiram não divulgar o GMV total (eMarketer, ECDB).

Esses eventos não são só sobre descontos — eles provocam picos enormes de tráfego, logística e expectativas dos clientes. Alguns varejistas fazem 20% a 30% de suas vendas online anuais durante o período de festas.

Dica: planeje capacidade, aumente o estoque e garanta que seu site aguente o pico. E talvez tenha uma bolinha antiestresse por perto.


Fulfillment no ecommerce: entrega, devoluções e expectativas do cliente

O ponto é o seguinte: a venda só termina quando o produto chega às mãos do cliente — e ele fica satisfeito.

  • 82% dos consumidores dizem que frete grátis é mais importante do que entrega rápida (Capital One Shopping)
  • 66% esperam frete grátis em todos os pedidos
  • 80% aceitam esperar de 4 a 7 dias se o frete for grátis
  • 41% só compram onde há devolução gratuita

Os varejistas estão investindo em fulfillment mais rápido, centros de distribuição regionais, automação e métodos alternativos de entrega (lockers, pontos de retirada e até drones em alguns lugares). Mas o verdadeiro diferencial é confiabilidade e comunicação — o cliente quer saber quando o pacote vai chegar, e quer que chegue no prazo.

As devoluções são um ponto de dor — especialmente na moda, onde a taxa pode passar de 30%. Oferecer devolução fácil gera confiança, mas também exige equilíbrio com os custos.


Principais aprendizados: o que os números de vendas online de 2026 significam para o seu ecommerce

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Vamos fechar com as lições mais importantes dessas 90+ estatísticas de ecommerce:

  • O ecommerce é o centro do jogo: US$ 7 trilhões em vendas, mais de 3 bilhões de compradores e crescimento acelerado. Se você não está online, você fica invisível.
  • Mobile e social são onde tudo acontece: 73% das transações no mobile, mais de US$ 1 trilhão em social commerce. Otimize para celular e esteja nas plataformas favoritas dos clientes.
  • Marketplaces dominam: 87% dos gastos do varejo online passam por gigantes como Amazon e Alibaba. Use essas plataformas para ganhar alcance, mas não abandone sua marca e seu site.
  • Converter é difícil, mas vale a pena: taxas de conversão entre 2% e 4%, e 70% de abandono de carrinho. Simplifique o checkout, ofereça várias formas de pagamento e seja transparente sobre os custos.
  • Fulfillment pode fazer ou quebrar o negócio: frete grátis, prazos claros e devolução fácil agora são o mínimo esperado.
  • IA e automação são essenciais: personalização, chatbots e logística inteligente não são luxo — são necessidade competitiva.
  • Pense globalmente, aja localmente: cada região tem suas próprias tendências, plataformas e preferências de pagamento. Localize sua estratégia.
  • Prepare-se para os picos: Black Friday, Singles' Day e outros eventos geram vendas enormes — mas só se você estiver pronto para a demanda.

Se você quer automatizar seus fluxos de trabalho de ecommerce, extrair dados de produtos ou simplesmente poupar sua equipe da dor de cabeça com planilhas, confira a Thunderbit e nossa extensão do Chrome. E, para mais análises profundas sobre tendências de ecommerce, visite o Blog da Thunderbit.

O futuro do ecommerce é rápido, orientado por dados e obcecado pelo cliente. Os números não mentem — então vamos ao trabalho e fazer de 2026 o seu melhor ano até agora.

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Leituras adicionais:

Shuai Guan
Shuai Guan
CEO da Thunderbit | Especialista em Automação de Dados com IA Shuai Guan é CEO da Thunderbit e formado em Engenharia pela University of Michigan. Com quase uma década de experiência em tecnologia e arquitetura SaaS, ele é especialista em transformar modelos de IA complexos em ferramentas práticas de extração de dados sem código. Neste blog, ele compartilha insights diretos, testados em campo, sobre web scraping e estratégias de automação para ajudar você a criar fluxos de trabalho mais inteligentes e orientados por dados. Quando não está otimizando fluxos de dados, ele leva o mesmo olhar atento aos detalhes para sua paixão por fotografia.
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